Lobas De Mar
A China, pescadora artesanal e construtora de barcos. Dezenove de setembro de 2008.- No Peru, as mães dos pescadores desaparecidos vão às praias a gritar seus nomes para que o mar, assim como mulher, lhes devolva seus corpos. Percorrem quilômetros e quilômetros, chamando-os para ter o consolo de enterrá-los.
Sem os seus corpos, continuam informando a respeito de eles no presente. A China, a mulher pescadora mais veterana do Pucusana, uma enseada de pescadores a 70 quilômetros de Lima. A China é uma mulher guerra-endurecido de idade incerta, curta estatura, costas largas, braços fortes e olhos chinitos.
A vida não é simples pra mulheres do mar. Pros que pescam e trabalham no cais lhes dizem depreciativamente ‘lobas’. No inverno em Pucusana a pesca escassa e toca aturar a fome. Para receber a comida do dia, hoje a China está trabalhando em um estaleiro artesanal. Os pescadores artesanais se enfrentam ao Pacífico em pequenas cascas de noz com motores caseiros. São, infelizmente, frequentes as façanhas de pescadores pucusaneros que ficam à deriva e aparecem semanas depois no mar brasileiro. O peru, com uma linha de costa de 3000 quilômetros de extensão, é uma das áreas de pesca mais produtivas do mundo. Todo o litoral está abundante em pequenas baías como a de Pucusana, em que existem mais de 15 1 mil pescadores artesanais agremiados.
no entanto, não há mulheres agremiadas. São invisíveis. Dessa maneira, são diversas as que têm que superar, além do machismo e as correntes do Pacífico, as multas e detenções por pescar sem licença. Toña Elias Izarnátegui, de inegáveis antepassados bascos. A Toña o mar e a vida da neste momento desgastada, entretanto ainda é uma linda morena.
Outra vez, foi padrão em Lima e hoje é pescadora em Pucusana. A vida não vem sendo descomplicado. Dois casamentos, sete filhos, uma neta falecida de leucemia e um filho autista. A sua residência é uma cabana construída por ela mesma em um morro de areia na periferia de Pucusana.
- Presunto de bolota
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- 2006 – “Não há igual” (do álbum ” Loose de Nelly Furtado)
- dois Ordem de impedimento de saída e pedido de asilo (2018)
- três Prêmios em Português
A baía de Pucusana cheia de barcos de pesca. Toña entende o que está informando. Se você não consegue embarcar em um barco, lhe toque em limpar peixe no cais, baixar botes, limpar embarcações, a remendar as redes, pique-gelo pros caminhões congeladores (freezers) e lavar roupa alheia.
Sem sair para pescar, só malvive. Não obstante, uma interessante jornada de pesca deixa um ‘ahorradito’, além de comida pro dia. Tradicionalmente, a mulher do pescador tem estado dedicada à transformação e à comercialização dos recursos pesqueiros, entretanto a precária circunstância econômica tenha feito lançar-se ao mar.
Hoje, é frequente vê-los no cais, competindo com seus próprios maridos pra embarcar, limpar barcos e baixar peixe. Jenny Rocha, solteira, estudante de engenharia de sistemas e pecuária. Ela, juntamente com Toña e a China são as primeiras mulheres no Peru, que estudam pra comprar tua licença de pesca. Têm todo o clã de pescadores em sua contra.
segundo a busca, noventa e dois % dos entrevistados resolvem por beber com lâmpada, cinquenta e quatro % como mate e quatrorze % como tereré, isto é, engorda com água ou suco com gelo e ervas daninhas. A lâmpada está mais difundido entre os maiores de vinte e um anos de idade.
Os clientes de tereré (mate frio) se concentram, principalmente, na localidade nordeste do estado, onde se registra 70 % das pessoas que escolhem refrescar-se com esta versão do mate. Outro dado obtido pelo levantamento indica que a maioria dos que vivem no Nordeste decidem o mate ao natural, ou amargo.